Continuemos a ponderar sobre o excessivo volume utilizado por muitos ministérios de cânticos atualmente.
E aqui resumiremos os problemas causados por essa descabida e excessiva utilização do volume sonoro nos cultos públicos de uma considerável parcela das igrejas evangélicas:
E aqui resumiremos os problemas causados por essa descabida e excessiva utilização do volume sonoro nos cultos públicos de uma considerável parcela das igrejas evangélicas:
Primeiramente, com a Igreja agindo equivocadamente como exemplificamos na postagem anterior, Deus não está sendo adorado e louvado com o melhor que temos, pois só Ele é digno de nossa adoração, mas Ele merece o melhor, não só melhores músicos e cantores, mas adoradores sinceros e humildes e a melhor sonorização, inclusive.
Para piorar, novas e falsas teologias adentraram sorrateiramente no repertório cristão evangélico e as letras atuais deixam a desejar quase sempre no quesito "respaldo bíblico", distantes daquilo que o próprio Deus ensinou na Sua Palavra.
Por este motivo, Ele também não é adorado como merece, pois muitos acreditam que Ele é e faz justamente o que Ele não é e não faz. Letras que os compositores, acredito que até mesmo inconscientemente, sorrateiramente defendem a Confissão Positiva, por exemplo.
Ou seja, defendem que o cristão é um "super cristão", inatingível pelas necessidades de saúde e financeira e que pode decretar a bênção e o milagre a hora que desejar e pode exigir de volta o que perdeu, entre tantos outros casos.
Para piorar, novas e falsas teologias adentraram sorrateiramente no repertório cristão evangélico e as letras atuais deixam a desejar quase sempre no quesito "respaldo bíblico", distantes daquilo que o próprio Deus ensinou na Sua Palavra.
Por este motivo, Ele também não é adorado como merece, pois muitos acreditam que Ele é e faz justamente o que Ele não é e não faz. Letras que os compositores, acredito que até mesmo inconscientemente, sorrateiramente defendem a Confissão Positiva, por exemplo.
Ou seja, defendem que o cristão é um "super cristão", inatingível pelas necessidades de saúde e financeira e que pode decretar a bênção e o milagre a hora que desejar e pode exigir de volta o que perdeu, entre tantos outros casos.
Em segundo lugar, a Igreja, os membros não estão sendo edificados (1Co 14:12,26b). Independentemente da discussão de que os membros mais idosos preferem hinos e os mais jovens preferem os cânticos, a liturgia deve ser reverente, ordeira, mas ao mesmo tempo com alegria no Senhor.Mas esse volume excessivo não é sinônimo de ordem ou alegria, ele atrapalha a concentração necessária daquele que veio louvar de coração a Deus, muitas vezes este não consegue nem refletir na letra que está cantando.
E para piorar, a saúde de uma parcela significativa dos membros destas igrejas pode estar sendo seriamente afetada, a médio ou longo prazo, muitos podem adquirir sérios problemas auditivos.
Basta chamar um profissional especializado não só em fonoaudiologia como também em sonorização de ambientes ou poluição sonora que certamente isso será constatado.
Em terceiro lugar, a Igreja está perdendo uma oportunidade de dar testemnho do Deus de ordem e não de confusão ao qual servimos.
Com essa "barulheira santa", ao invés dos incrédulos que adentram os nossos templos serem edificados e se sentirem tocados pela mensagem das músicas (que é o ítem mais importante da música cristã), eles ficam decepcionados, vão embora e se afastam da bênção da salvação.
Ou ainda, o péssimo testemunho é verificado pelos vizinhos da igrejas que muitas vezes desejam processar na justiça as igrejas devido ao volume exagerado do som de seus cultos.
Provavelmente essas pessoas já decidiram não "virar crente" mais. "A fé vem por se ouvir a mensagem e a mensagem é ouvida mediante a Palavra de Deus" (Rm 10:17; NVI), mas este "ouvir a mensagem" deve ser edificante e não atordoante.
É preciso evitar até mesmo um comportamento tão descontrolado emocionalmente nestes "espetáculos" que leve à gritarias, o que não é incomum atualmente (Ef 4:31).
Com essa "barulheira santa", ao invés dos incrédulos que adentram os nossos templos serem edificados e se sentirem tocados pela mensagem das músicas (que é o ítem mais importante da música cristã), eles ficam decepcionados, vão embora e se afastam da bênção da salvação.
Ou ainda, o péssimo testemunho é verificado pelos vizinhos da igrejas que muitas vezes desejam processar na justiça as igrejas devido ao volume exagerado do som de seus cultos.
Provavelmente essas pessoas já decidiram não "virar crente" mais. "A fé vem por se ouvir a mensagem e a mensagem é ouvida mediante a Palavra de Deus" (Rm 10:17; NVI), mas este "ouvir a mensagem" deve ser edificante e não atordoante.
É preciso evitar até mesmo um comportamento tão descontrolado emocionalmente nestes "espetáculos" que leve à gritarias, o que não é incomum atualmente (Ef 4:31).
Complementando este terceiro item, precisamos enfatizar que a frase título destas duas postagens não é criação nossa, mas infelizmente é baseada em um clamor dos não crentes, uma vergonha para os crentes.
A situação chegou à um patamar tão alarmante que existe até mesmo uma campanha na internet sobre o assunto, até mesmo um site com uma ilustração desagradável que, na nossa opinião, chega à blasfêmia, como a de um "suposto" Jesus usando um fone de ouvido, tamanho é o barulho que os crentes têm feito durante os cultos públicos (segundo a opinião dos organizadores da campanha mencionada). Vejam em: http://www.deusnaoesurdo.com.br/.
Existem centenas de relatos queixosos sobre o barulho das igrejas que incomodam os vizinhos não crentes. É impressionante o ponto no qual chegou a situação. Mas, o mesmo site também cita o que eles denominam de "igrejas legais", ou seja, que se comportam no contrário desta "tendência barulhenta".
A situação chegou à um patamar tão alarmante que existe até mesmo uma campanha na internet sobre o assunto, até mesmo um site com uma ilustração desagradável que, na nossa opinião, chega à blasfêmia, como a de um "suposto" Jesus usando um fone de ouvido, tamanho é o barulho que os crentes têm feito durante os cultos públicos (segundo a opinião dos organizadores da campanha mencionada). Vejam em: http://www.deusnaoesurdo.com.br/.
Existem centenas de relatos queixosos sobre o barulho das igrejas que incomodam os vizinhos não crentes. É impressionante o ponto no qual chegou a situação. Mas, o mesmo site também cita o que eles denominam de "igrejas legais", ou seja, que se comportam no contrário desta "tendência barulhenta".
Mas, infelizmente, o problema não para por aí, a antipatia e aversão da sociedade para com o "ruído" produzido por muitas igrejas chegou ao absurdo de um pastor ter sido assassinado friamente por causa de um desentendimento com um vizinho de sua igreja. Vejam a notícia nos seguintes endereços, por exemplo:
http://noticias.gospelmais.com.br/pastor-assassinado-porta-igreja-barulho-culto-16866.html.
http://www.acredigital.net/index.php?option=com_content&view=article&id=1053:pastor-e-assassinado-na-porta-de-igreja-devido-ao-barulho-do-culto&catid=46:ronda-policial&Itemid=56
http://www.portaliap.com.br/noticias.php?codigo=385
É importante enfatizar que certamente nessas críticas e rixas estão incluídas também as orações em volume exagerado, segundo os críticos, e não apenas as músicas. Porém, o alvo do nosso estudo é focalizar a questão na área musical tão somente.
Ressaltamos também que em toda essa problemática do som exageradamente alto em algumas igrejas evangélicas, pode-se encontrar críticas infundadas, por parte de crentes e de não crentes.
Em determinadas situações o som pode não estar realmente muito alto, mas a questão é que a pessoa que está criticando, mesmo sendo membro da mesma igreja, não gosta do estilo musical adotado pelo grupo de louvor (é um direito dela, cada um tem seus próprios gostos musicais)
Mas mesmo assim, alguns não são coerentes em suas críticas e muitos promovem uma espécie de oposição contra o ministério de louvor, mesmo que velada.
Outras vezes, o som realmente também não está alto, mas a crítica vem dos incrédulos que estão incomodados com a mensagem da música ou pelas orações. Infelizmente, em muitos casos, sem essa pessoa perceber, ela pode estar sendo usada por influências espirituais malignas para perseguir a igreja.
Em determinadas situações o som pode não estar realmente muito alto, mas a questão é que a pessoa que está criticando, mesmo sendo membro da mesma igreja, não gosta do estilo musical adotado pelo grupo de louvor (é um direito dela, cada um tem seus próprios gostos musicais)
Mas mesmo assim, alguns não são coerentes em suas críticas e muitos promovem uma espécie de oposição contra o ministério de louvor, mesmo que velada.
Outras vezes, o som realmente também não está alto, mas a crítica vem dos incrédulos que estão incomodados com a mensagem da música ou pelas orações. Infelizmente, em muitos casos, sem essa pessoa perceber, ela pode estar sendo usada por influências espirituais malignas para perseguir a igreja.
Ressaltamos ainda que não desejamos com estes dois artigos criticar ou desestimular qualquer grupo, ministério, quarteto ou coral ou qualquer outra forma de adoração e louvor através da música encontrados nas igrejas evangélicas e nem estamos criticando um estilo, um ritmo ou um instrumento musical especificamente.
Pelo contrário, acreditamos que todos possuem o seu lugar, o seu contexto e podem ser uma grande bênção para a igreja e para a divulgação da Palavra, desde que seja tudo feito com dedicação, qualidade, humildade, moderação, decência, reverência e ordem, no momento adequado e no local adequado e sem perder a alegria e o temor pelo Senhor (1Co 14:40).
Pelo contrário, acreditamos que todos possuem o seu lugar, o seu contexto e podem ser uma grande bênção para a igreja e para a divulgação da Palavra, desde que seja tudo feito com dedicação, qualidade, humildade, moderação, decência, reverência e ordem, no momento adequado e no local adequado e sem perder a alegria e o temor pelo Senhor (1Co 14:40).
O fato é que evidentemente Deus não é surdo e nem possui qualquer tipo de problema auditivo ou de outra espécie porque Ele é perfeito e os evangélicos obviamente reconhecem isso, pois crêem neste Deus perfeito.
A questão é que o volume exagerado de muitos grupos musicais evangélicos dentro das próprias igrejas não existe com a intenção de aproximar a execução da música dos ouvidos de Deus, é evidente que não.
Todos sabem que Deus é onipresente, Ele está em qualquer lugar e não está longe de nós quando ministramos as músicas, mas bem ao nosso lado.
Esse volume exagerado é devido ao modelo de show e espetáculo importado do contexto "gospel" para as igrejas, utilizado em grandes concentrações em grandes espaços principalmente para evangelização, que por sua vez, foi importado do modelo secular de apresentação musical.
E é evidente que, usando um volume tão alto dentro de um templo, alguns ou muitos destes músicos e cantores evangélicos só podem equivocadamente estar visando também um exibicionismo dos seus talentos musicais, uma auto-promoção (às vezes até mesmo promover o seu CD ou DVD) e não o verdadeiro culto a Deus, um culto racional (Rm 12:1) e edificante para todos (1Co 14:12,26b).
A questão é que o volume exagerado de muitos grupos musicais evangélicos dentro das próprias igrejas não existe com a intenção de aproximar a execução da música dos ouvidos de Deus, é evidente que não.
Todos sabem que Deus é onipresente, Ele está em qualquer lugar e não está longe de nós quando ministramos as músicas, mas bem ao nosso lado.
Esse volume exagerado é devido ao modelo de show e espetáculo importado do contexto "gospel" para as igrejas, utilizado em grandes concentrações em grandes espaços principalmente para evangelização, que por sua vez, foi importado do modelo secular de apresentação musical.E é evidente que, usando um volume tão alto dentro de um templo, alguns ou muitos destes músicos e cantores evangélicos só podem equivocadamente estar visando também um exibicionismo dos seus talentos musicais, uma auto-promoção (às vezes até mesmo promover o seu CD ou DVD) e não o verdadeiro culto a Deus, um culto racional (Rm 12:1) e edificante para todos (1Co 14:12,26b).
Este é um exemplo clássico de quando as emoções controlam a razão. Esses personagens que estamos mencionando, em uma explosão emocional e não racional devido à óbvia influência que a música causa em todos nós e em um comportamento precipitado, impensado, fora da razão, no afã completamente egoísta de se exibir, de tentar mostrar tudo o que sabem em alguns minutos, acabam prejudicando e não edificando muitos de seus irmãos em Cristo e afastando muitos daqueles não crentes que necessitam ouvir a Palavra de Deus.
Não podemos nos esquecer que o saber ensoberbece, ele traz orgulho, mas o amor edifica a Igreja (1Co 8:1b; comparem com 2Co 10:13,17; Gl 6:14).
A música nos envolve e nos emociona com certeza, mas devemos tocar e cantar com o equilibrio entre as emoções e a razão (1Co 14:15).
Não podemos nos esquecer que o saber ensoberbece, ele traz orgulho, mas o amor edifica a Igreja (1Co 8:1b; comparem com 2Co 10:13,17; Gl 6:14).
A música nos envolve e nos emociona com certeza, mas devemos tocar e cantar com o equilibrio entre as emoções e a razão (1Co 14:15).
Encerrando este breve estudo, fazemos um apelo àquelas igrejas irmãs que estão envolvidas com estas questões problemáticas na área musical (aliás, uma das áreas da igreja que mais se envolve em problemas) a que reflitam profundamente no que foi estudado aqui.
Procurem auxílio em irmãos em Cristo mais experientes e até mesmo em bons livros sobre o assunto (nem todos) e façam um esforço conjunto entre liderança e liderados do ministério de música (que muitas vezes não aceitam serem liderados).
Agindo desta forma, atingiremos um patamar de qualidade e moderação sonora não só no momento de música, mas durante toda a liturgia do culto, pois a nossa adoração não é só música, mas todos os momentos da nossa vida, com o propósito de adorar a Deus como só Ele merece, edificarmos Sua Igreja e darmos um bom testemunho.
Procurem auxílio em irmãos em Cristo mais experientes e até mesmo em bons livros sobre o assunto (nem todos) e façam um esforço conjunto entre liderança e liderados do ministério de música (que muitas vezes não aceitam serem liderados).
Agindo desta forma, atingiremos um patamar de qualidade e moderação sonora não só no momento de música, mas durante toda a liturgia do culto, pois a nossa adoração não é só música, mas todos os momentos da nossa vida, com o propósito de adorar a Deus como só Ele merece, edificarmos Sua Igreja e darmos um bom testemunho.
A música, evidentemente criada por Deus, tem um poder influenciador impressionante, muitas vezes irresistível, ela mexe com o nosso cérebro, pode influenciar beneficamente a nossa saúde física, emocional e espiritual.
Ela pode nos levar a refletir, nos quebrantar e mudar de vida, mas desde que seja bem utilizada por nós. Do contrário, pode também trazer muitos males.
Deus nos deu a música e nos deu os dons naturais e espirituais para executá-la de forma inteligente e edificante.
Que seja assim em nome de Jesus, a partir deste que vos escreve, também suscetível a incorrer nos mesmos equívocos que criticou.
Ela pode nos levar a refletir, nos quebrantar e mudar de vida, mas desde que seja bem utilizada por nós. Do contrário, pode também trazer muitos males.
Deus nos deu a música e nos deu os dons naturais e espirituais para executá-la de forma inteligente e edificante.
Que seja assim em nome de Jesus, a partir deste que vos escreve, também suscetível a incorrer nos mesmos equívocos que criticou.
Que Deus nos abençoe. Amém.
___________________________________________________
Para complementar o nosso artigo com outras fontes, visitem por favor:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3u84fM_G3C9tjcC77mrjTxCuvjzrbziMdmkyvWy-1-ZArgTUK-7NZy-WSYwTgOUvmj96kVBOboD4IDPrXri-RKBdvCe21ntTQiyKoljScuFsFGYvMnHNtgfQD9RVFyG4UOro83AJeQ78/s1600/folheto_antidecibeis_vizinhanca_tranquila.jpg
http://www.somaovivo.mus.br/artigos.php?id=79
http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/sonorizacao/audio_igreja.htm
http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/sonorizacao/decibeis_fe.htm
http://www.forumnow.com.br/vip/mensagens.asp?forum=15836&topico=2618485
http://josue-rodrigues.blogspot.com/2008/03/irritao-por-causa-de-som-alto-na-igreja.html
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=804750&tit=Projeto-libera-som-alto-para-igrejas
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080206112835AAkh7nq
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090126092036AAc6pkQ
http://pauloschilling.net/campanha-deus-nao-e-surdo/http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1740678-EI306,00.html



Nenhum comentário:
Postar um comentário