É interessante e triste ao mesmo tempo constatar um grande equívoco da natureza decaída dos seres humanos:
A música tem sido "santificada" de forma errada, ou melhor, de maneira desproporcional, por muitos evangélicos atualmente.
A música tem sido "santificada" de forma errada, ou melhor, de maneira desproporcional, por muitos evangélicos atualmente.
Música é música em qualquer lugar, na igreja ou não.
Vamos explicar melhor: a música parece estar sendo santificada em detrimento de outras áreas da nossa vida, ou seja, segundo um grande número de cristãos, quando tocamos no assunto "música", devemos nos isolar da cultura popular e secular, mas paremos para pensar um momento: qual a diferença da música para a família, para o trabalho, para a comunicação, o sexo e o relacionamento humano?
Tudo isso foi criado e é abençoado por Deus, tudo isso vem de Deus. Mas, muitos afirmam categoricamente que os cristãos devem apenas ouvir músicas cristãs, mas quando se referem a outras áreas da nossa vida, não precisa haver muito a influência cristã.
Tudo isso foi criado e é abençoado por Deus, tudo isso vem de Deus. Mas, muitos afirmam categoricamente que os cristãos devem apenas ouvir músicas cristãs, mas quando se referem a outras áreas da nossa vida, não precisa haver muito a influência cristã.
Deixe-me exemplificar: um determinado irmão ou determinada irmã em Cristo prefere ouvir apenas músicas evangélicas e prega esse comportamento e isso é saudável e proveitoso, mas a questão é que, por outro lado, ele(a) lê boas revistas seculares, ele(a) assiste excelentes filmes e shows seculares, o prestativo e hábil mecânico que consertou o seu carro não é evangélico, o seu inteligentíssimo professor da faculdade não é evangélico, o pedreiro honesto e habilidoso que reformou a sua casa não é evangélico, o seu chefe ou seu melhor amigo do trabalho ou da escola não é evangélico, ou a sua secretária do lar (que cuida de sua casa, prepara tão bem sua comida e suas roupas, por exemplo) também não é evangélica.
Algumas vezes alguns dos funcionários que trabalham em uma igreja ou inclusive na escola da qual a igreja é mantenedora, por exemplo, seja na limpeza, organização ou no escritório, também não são evangélicos e até mesmo aqueles que fazem a manutenção elétrica, sonora, hidráulica ou dos bancos ou dos instrumentos musicais da igreja ou da parte de informática não são evangélicos e até mesmo o habilidoso professor de música ou canto que ensinou os integrantes do ministério de música também não é evangélico.
E qual é o problema em tudo isso? Não são todos eles pessoas honestas e de bom caráter nas quais podemos confiar? Sim.
Seguramente podemos dizer que nessas situações não há qualquer problema se sabemos manter o nosso testemunho e devemos, sim, preservar esses bons relacionamentos, mas a influência secular certamente está fortemente presente em todas essas pessoas, mesmo que sejam pessoas honestas, trabalhadoras habilidosas e religiosas. Não somos "eremitas", estamos inseridos em um contexto sócio-cultural e é nele que vivemos, estudamos, trabalhamos, amamos, etc.
Inclusive, muitas vezes temos um relacionamento melhor com os não crentes do que com muitas pessoas que frequentam as igrejas evangélicas. Muitas vezes até mesmo o seu cônjuge com quem se casou por amor não é salvo em Cristo ainda (vejam por exemplo 1Co 7:12-14 para maiores detalhes). E agora? Situações parecidas com estas ocorrem diariamente conosco, nós que já recebemos a Cristo, não é mesmo?
Meus irmãos, não só a música é santificada por Deus, mas toda a nossa vida em todas as áreas também deve ser, independente de nos relacionarmos ou não com a cultura e as pessoas não crentes.
Seguramente podemos dizer que nessas situações não há qualquer problema se sabemos manter o nosso testemunho e devemos, sim, preservar esses bons relacionamentos, mas a influência secular certamente está fortemente presente em todas essas pessoas, mesmo que sejam pessoas honestas, trabalhadoras habilidosas e religiosas. Não somos "eremitas", estamos inseridos em um contexto sócio-cultural e é nele que vivemos, estudamos, trabalhamos, amamos, etc.
Inclusive, muitas vezes temos um relacionamento melhor com os não crentes do que com muitas pessoas que frequentam as igrejas evangélicas. Muitas vezes até mesmo o seu cônjuge com quem se casou por amor não é salvo em Cristo ainda (vejam por exemplo 1Co 7:12-14 para maiores detalhes). E agora? Situações parecidas com estas ocorrem diariamente conosco, nós que já recebemos a Cristo, não é mesmo?
Meus irmãos, não só a música é santificada por Deus, mas toda a nossa vida em todas as áreas também deve ser, independente de nos relacionarmos ou não com a cultura e as pessoas não crentes.
Tudo foi criado por Deus e deve ser consagrado a Ele, não só a música (Rm 11:33-36). Nós somos "a luz do mundo" e "o sal da terra" (Mt 5:14-16).
Cristo afirmou que o nosso testemunho cristão pode dar mais qualidade de vida às pessoas que não O conhecem ainda. Mas, se não dermos um testemunho fiel, seremos alvo de escândalo e repúdio da sociedade (Mt 5:13).
Ele também declarou que o nosso testemunho cristão traz luz para a escuridão que o mundo vive e não deve ficar escondido da sociedade, pelo contrário, nossas atitudes devem fazer com que os incrédulos venham a glorificar a Deus (Mt 5:14-16; Lc 11:33-36).
Cristo afirmou que o nosso testemunho cristão pode dar mais qualidade de vida às pessoas que não O conhecem ainda. Mas, se não dermos um testemunho fiel, seremos alvo de escândalo e repúdio da sociedade (Mt 5:13).
Ele também declarou que o nosso testemunho cristão traz luz para a escuridão que o mundo vive e não deve ficar escondido da sociedade, pelo contrário, nossas atitudes devem fazer com que os incrédulos venham a glorificar a Deus (Mt 5:14-16; Lc 11:33-36).
Em nenhum destes relacionamentos que citamos acima como exemplo, um de nós, cristãos, se contaminou espiritualmente se realmente manteve seu testemunho cristão intacto e nem mesmo a igreja foi contaminada espiritualmente, ou pior, amaldiçoada, por causa daquelas pessoas, pelo contrário muitas vezes.
Mas quando muitos de nós vamos ouvir, estudar ou aprender uma música, por exemplo, aí não, aí os compositores, instrumentistas, cantores e professores precisam ser evangélicos e a letra também. Isso parece um radicalismo imaturo.
Nossos jovens cristãos, então, terão que parar de estudar nos melhores conservatórios musicais e faculdades de música somente pelo fato de que muitos não são administrados por evangélicos? Evidente que não. Seria uma atitude ridiculamente insensata. A música tem um poder influenciador muito grande, é evidente, mas estamos dando poderes demais a ela em relação a outras áreas da nossa cultura.
Mas quando muitos de nós vamos ouvir, estudar ou aprender uma música, por exemplo, aí não, aí os compositores, instrumentistas, cantores e professores precisam ser evangélicos e a letra também. Isso parece um radicalismo imaturo.
Nossos jovens cristãos, então, terão que parar de estudar nos melhores conservatórios musicais e faculdades de música somente pelo fato de que muitos não são administrados por evangélicos? Evidente que não. Seria uma atitude ridiculamente insensata. A música tem um poder influenciador muito grande, é evidente, mas estamos dando poderes demais a ela em relação a outras áreas da nossa cultura.
O que muitas vezes os evangélicos se esquecem ou nem conhecem é que mesmo o ser humano incrédulo, que ainda não teve um encontro real com Cristo, que ainda se encontra perdido em seus pecados e sem a salvação, pode ser usado soberanamente por Deus.
Parece estranho, mas é a verdade. Deus "derrama" sobre toda a humanidade, outra espécie de graça, que não é a graça que redimiu os cristãos por meio de Cristo, mas a chamada "graça comum".
Por exemplo, Ele usou a prostituta Raabe (Hb 11:31) e o rei Ciro da Pérsia (Ed 1:1-11) para libertar o povo judeu em duas situações e, mesmo sem ser cristão (será que ele ainda não tinha se convertido?), o sábio mestre da lei Gamalieu mostrou seu conhecimento sobre o poder de Deus (At 5:29-42).
Parece estranho, mas é a verdade. Deus "derrama" sobre toda a humanidade, outra espécie de graça, que não é a graça que redimiu os cristãos por meio de Cristo, mas a chamada "graça comum".
Por exemplo, Ele usou a prostituta Raabe (Hb 11:31) e o rei Ciro da Pérsia (Ed 1:1-11) para libertar o povo judeu em duas situações e, mesmo sem ser cristão (será que ele ainda não tinha se convertido?), o sábio mestre da lei Gamalieu mostrou seu conhecimento sobre o poder de Deus (At 5:29-42).
Temos que admitir sem exitar: Existem expressões verdadeiras além dos “muros” do cristianismo.
Aliás, toda verdade vem de Deus, não apenas na música, o nosso assunto em pauta, mas em todas as áreas da vida.
O apóstolo Paulo reconheceu que, apesar de não crentes, alguns poetas do seu tempo expressaram a verdade (At 17:27-29; 1Co 15:33; Tt 1:10-13; comparem as citações extra-bíblicas verdadeiras em Judas 9 e 14 e ainda 2Pe 2:22).
Os não crentes podem, inclusive, aproveitar melhor as oportunidades do que os cristãos (Lc 16:8). Mas os cristãos deveriam aproveitar melhor as oportunidades que lhe aparecem na vida, estarem mais atentos (1Co 16:9,12; 2Co 2:12; Ef 5:16; Cl 4:5; 1Tm 2:6; 2Tm 4:2).
Os não crentes podem, inclusive, aproveitar melhor as oportunidades do que os cristãos (Lc 16:8). Mas os cristãos deveriam aproveitar melhor as oportunidades que lhe aparecem na vida, estarem mais atentos (1Co 16:9,12; 2Co 2:12; Ef 5:16; Cl 4:5; 1Tm 2:6; 2Tm 4:2).
Ademais, se condenássemos uma expressão cultural simplesmente por ser secular (não evangélica), teríamos que ser radicais, não poderíamos, por exemplo, consultar um dicionário, estudar livros escolares, ler jornal, revista, literatura universal, não poderíamos cantar o hino nacional e nem ouvir música clássica, seríamos proibidos de usar quaisquer roupas produzidas em nosso país ou no exterior e nem assistir televisão ou ir ao cinema (que, inclusive se utilizam da trilha sonora).
Possivelmente até mesmo a canção "Parabéns a você" não poderia mais ser entoada em nossos aniversários evangélicos.
Possivelmente até mesmo a canção "Parabéns a você" não poderia mais ser entoada em nossos aniversários evangélicos.
Não podemos nos esquecer também que existem expressões culturais e intelectuais de boa e de má qualidade em qualquer setor da sociedade. Até mesmo na cultura evangélica existem músicas, livros, filmes, entre outros, que jamais deveriam ter sido elaborados, devido ao seu conteúdo discutível.
Nós, cristãos, não somos melhores do que os não crentes, pois toda a humanidade é pecadora e carece da glória de Deus, mas, somos diferentes, pois somos salvos pela graça de Deus, através da fé em Cristo (Rm 3:21-24).
E devemos testemunhar e pregar o evangelho àqueles que nos cercam, em amor, para que eles também venham a conhecer essa vida abundante em Cristo.
Não devemos, portanto, nos isolar do mundo, mas, vivendo nele, testemunhar de Jesus aos que estão se perdendo sem salvação (Mt 5:11-16).
Santificação é separar-se do pecado e não dos pecadores (Jo 17:15-17). No entanto, devemos ter o discernimento cristão suficiente para analisar todas as situações e aprovar apenas aquelas que são edificantes (Fp 1:9-10; 1Ts 5:21; Tt 2:6), para mantermos a nossa mente sempre pura (Fp 4:8).
E devemos testemunhar e pregar o evangelho àqueles que nos cercam, em amor, para que eles também venham a conhecer essa vida abundante em Cristo.
Não devemos, portanto, nos isolar do mundo, mas, vivendo nele, testemunhar de Jesus aos que estão se perdendo sem salvação (Mt 5:11-16).
Santificação é separar-se do pecado e não dos pecadores (Jo 17:15-17). No entanto, devemos ter o discernimento cristão suficiente para analisar todas as situações e aprovar apenas aquelas que são edificantes (Fp 1:9-10; 1Ts 5:21; Tt 2:6), para mantermos a nossa mente sempre pura (Fp 4:8).
Devemos usar a nossa liberdade cristã de maneira sábia e responsável (Gl 5:13; 1Co 10:23; 6:12), buscar a direção de Deus na tomada de decisões (Cl 3:15; 1Jo 2:20,27) e fazermos tudo para a glória de Deus e em nome de Jesus (1Co 10:31; Cl 3:17).
Finalmente, o que queremos dizer é que a música não é mais santa do que outra área de nossa vida e que é impossível nos separarmos, nos afastarmos do relacionamento com culturas ou pessoas que ainda não são salvas (vejam por exemplo 1Co 5:9-11).
E mais, existem alas da igreja que não apenas acreditam que a música é 'hipersanta" em detrimento das outras áreas da vida cristã, mas, infelizmente tratam os músicos e vocalistas dos ministérios de música como "levitas", como se apenas eles participassem de uma categoria superior de santidade, acima do bem e do mal.
Mas todos os cristãos, sejam de quaisquer ministérios, na Nova Aliança, na era da graça de Deus, são levitas, não apenas os músicos. É o sacerdócio universal dos crentes.
Mas todos os cristãos, sejam de quaisquer ministérios, na Nova Aliança, na era da graça de Deus, são levitas, não apenas os músicos. É o sacerdócio universal dos crentes.
Em seu livro "O que estão fazendo com a Igreja" (p. 160), o Rev. Augustus Nicodemus Lopes, entre outros assuntos, abordou algumas questões problemáticas dentro do ministério de música nas igrejas evangélicas atuais. Em um inteligente texto fictício como sendo uma carta escrita por ele a um jovem pastor sobre o grupo de louvor de sua igreja, em uma das sugestões ele afirmou:
"Procure mostrar que eles não são levitas. Não temos mais levitas hoje. Todo o povo de Deus, cada cristão em particular, é um levita, um sacerdote, como o Novo Testamento ensina. É uma ideia abominável que os membros do grupo de louvor são levitas. Isso reintroduz o conceito que foi abolido na Reforma protestante de que o louvor e o acesso a Deus são prerrogativas de apenas um grupo e não de todo o povo de Deus (...) Tais conceitos apenas servem para que eles se sintam mais especiais do que realmente são e, portanto, intocáveis (...)"
Mas, voltando à questão do nosso envolvimento com a cultura secular, lembremos que o Senhor Jesus pediu ao Pai que não nos tirassem do mundo, mas que apenas nos livrasse do mal enquanto nos santificamos e testemunhamos dEle (Jo 17:14-18).
Sabemos que o nosso envolvimento com as obras mundanas gera inimizade com Deus, sim (Tg 4:4; Mt 6:24; 1Co 10:19-22; 1Jo 2:15-17). Mas, isso não significa, no entanto, que devemos nos afastar do mundo.
Sabemos que o nosso envolvimento com as obras mundanas gera inimizade com Deus, sim (Tg 4:4; Mt 6:24; 1Co 10:19-22; 1Jo 2:15-17). Mas, isso não significa, no entanto, que devemos nos afastar do mundo.
A questão é: até que ponto a convivência com as pessoas e sua cultura está nos trazendo conivência com os seus pecados?
Você prefere ouvir "apenas" músicas cristãs evangélicas? Tudo bem, tudo ótimo. Mas, tome cuidado ao julgar não apenas os não crentes, mas até mesmo muitos de nossos irmãos e suas preferências seculares.
Ou você não aprecia músicas evangélicas internacionais, pois não entende o idioma e receia que estejam desagradando a Deus? Muito bem também.
Quando estamos na dúvida, é sempre razoável optar pelo NÃO. Mas, saiba que existem inúmeros e excelentes músicos irmãos em Cristo do exterior que podem ter suas músicas apreciadas sem problema, se você preferir.
Ou será ainda que você ouve músicas cristãs ou não sem o menor critério? Cuidado, temos que saber discernir o que é bom e melhor em nossa santificação para agradar ao Senhor (Fp 1:9-11; 1Ts 5:21; comparem com Tt 2:6).
Jesus enviou seus discípulos a pregar a um povo pecador, mas os advertiu a serem “prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16).
Ou você não aprecia músicas evangélicas internacionais, pois não entende o idioma e receia que estejam desagradando a Deus? Muito bem também.
Quando estamos na dúvida, é sempre razoável optar pelo NÃO. Mas, saiba que existem inúmeros e excelentes músicos irmãos em Cristo do exterior que podem ter suas músicas apreciadas sem problema, se você preferir.
Ou será ainda que você ouve músicas cristãs ou não sem o menor critério? Cuidado, temos que saber discernir o que é bom e melhor em nossa santificação para agradar ao Senhor (Fp 1:9-11; 1Ts 5:21; comparem com Tt 2:6).
Jesus enviou seus discípulos a pregar a um povo pecador, mas os advertiu a serem “prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16).
Pode existir ainda uma ala de irmãos em Cristo que não aprecia música evangélica, por incrível que pareça, nem cânticos espirituais e nem hinos. Em outras palavras, eles estão no outro extremo da questão: só ouvem música secular.
Cuidado meu irmão. Se esse é o seu caso, é complicado julgar e definir, mas é muito provável que você esteja distante de uma vida abundante em Cristo e cheia do Espírito Santo, pois a música, a boa música cristã, nos leva a nos aproximar mais de Deus, ela nos edifica, nos quebranta, nos faz ter um relacionamento melhor com Deus e com a Igreja e uma compreensão melhor de ambos.
Cuidado meu irmão. Se esse é o seu caso, é complicado julgar e definir, mas é muito provável que você esteja distante de uma vida abundante em Cristo e cheia do Espírito Santo, pois a música, a boa música cristã, nos leva a nos aproximar mais de Deus, ela nos edifica, nos quebranta, nos faz ter um relacionamento melhor com Deus e com a Igreja e uma compreensão melhor de ambos.
A música secular pode ser apreciada. "Secular" não significa necessariamente "profano". Mas, por melhor que seja essa música secular, a sua letra, o seu arranjo e seja bem intencionada, e sabendo que ela pode propagar muita verdade, sim, a questão é que ela seguramtne não nos acrescenta praticamente nada na área da espiritualidade cristã autêntica e bíblica e muitas, até mesmo não intencionalmente, podem sutilmente nos influenciar negativamente em nossas convicções. Temos que ser criteriosos, sóbrios e atentos.
"O ouvido prova as palavras como a língua prova o alimento. Tratemos de discernir juntos o que é certo e de aprender o que é bom." (Jó 34:3-4).
Deus abençoe a todos. Amém.



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